Contracultura
Ref: 978-989-52-2142-4
Marca: Chiado Editora
Disponibilidade: 13
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Descrição Geral
A queima das cartas de convocação para a guerra foi um ato histórico; pela primeira vez a humanidade assistia a nata da juventude, na sede do império, recusar-se a ir à guerra, em atitude de desobediência às forças armadas, a principal instituição que sustenta o poder imperial. Havia nascido um ideal revolucionário diferente de todos os outros modelos. A sua base intelectual estava na ideia de que a guerra entre humanos é simplesmente irracionalidade. Uma geração percebeu que a guerra não tem origem inteligente; e que a humanidade mantém-se presa ao enredo de um trauma ancestral feito de violência, e tragédia. A partir da oposição à guerra do Vietnã, se adentrou a uma nova perspectiva existencial, e aquela geração disse não, recusando o modelo de vida dos pais, recusando a cultura vigente. As agitações pacifistas iniciaram o movimento hippie, com a pregação da paz, a vida comunitária, e a liberdade sexual. O poeta, Allen Ginsberg criou o slogan ?Flower Power? (Poder da Flor), para simbolizar a união em torno da não-violência. Enquanto a juventude, em todo o mundo, ainda acreditava na revolução pelas armas, eles propunham a paz e o amor. Seu lema: ?Make Love, Not War'. (Faça amor, não a guerra).
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